Militares que trabalham e ainda levam porrada

Ao longo destes últimos meses tenho registado vários casos de agressões a militares. Na semana passada, num só dia, a meio da tarde, duas patrulhas foram agredidas por indivíduos que, alegadamente, estariam embriagados.
Um dos militares teve que receber tratamento hospitalar. São episódios que os magistrados têm que ter mão pesada. São atitudes reprováveis e imperdoáveis.
Agora, a Associação dos Profissionais da Guarda veio denunciar a existência de escalas de serviço na GNR em que os profissionais “são obrigados a trabalhar 72 horas consecutivas sem qualquer” compensação adicional no vencimento.
Ou seja, trabalham que se fartam e ainda levam porrada em cima.
Tags: agressões, GNR, guarda, Hospital, militares, polícia
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Comentários
3 Comentários para “Militares que trabalham e ainda levam porrada”
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será “como sentir a profissão muito a peito?” são “calos profissionais que doem”, por vezes
tanta hora sem folgar não faz bem, não senhor.
Ossos do ofício. Não há que ter pena. Os magistrados é que têm que punir o agressor. Mas o respeito pela polícia não decorrerá dessa punição. Decorrerá de eles próprios se fazerem respeitar, respeitando os cidadãos, o que manifestamente não acontece. Quem nunca sentiu a arrogância policial numa operação stop?
Como em tudo. Há bons e maus profissionais.